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PASTORAS

O LIBERALISMO E DESVIO DOUTRINÁRIO POR TRAZ DO MINISTÉRIO DE LIBERAÇÃO FEMINISTA DAS PASTORAS

        

        A mulher aprenda em silêncio, com toda a submissão. E não permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade de homem; esteja, porém, em silêncio”. (I Tm 2:11-12). Satanás, o mundo e a carne nunca se contentaram com a ordem e os papéis destinados por Deus para a igreja, sua liderança, adoração e serviço. Estes inimigos mortais não só do crente, mas, especialmente da igreja de Cristo, tentam a todo custo perverter os papeis e funções da igreja e de sua liderança. Como era de se esperar, isto não seria diferente ao que se refere ao papel da mulher na igreja. Embora, Deus tenha se revelado claramente sobre o papel da mulher na igreja, as mulheres caídas querem ser pastoras a qualquer custo. Sua luta é apoiada por pastores liberais e carismáticos, que fazem média com as mulheres, pelo fato, das mulheres já serem mais da metade do rol de membros da igreja, e a maioria delas trabalham fora ganham bem, e engordam o caixa da igreja.

        De fato, estas mulheres rebeldes e carnais estão, simplesmente seguindo a sua própria natureza pecaminosa pervertida e pervertedora. Elas se deixaram seduzir pelo liberalismo feminista secular, que por sua vez, gerou o movimento feminista “evangélico”, que é fruto do movimento de teologia liberal criados por homens ímpios, que se dizem evangélicos, mas, como denunciou Judas, transformam em libertinagem a graça de Deus, causando confusão nas igrejas, além de fomentarem terrível apostasia ligada aos movimentos unissex (fomentador do gaysmo), nova era (onde a mulher é deusa dominadora), e finalmente, abrem as porta da igreja para toda sorte de afrouxamento e desvio.

I - HISTÓRICO DO MINISTÉRIO DE LIBERAÇÃO FEMINISTA NAS IGREJAS EVANGÉLICAS

         As raízes históricas deste desvio doutrinário-eclesiástico:

 - O Liberalismo teológico [de meados do século 19 representa o esforço de se adaptar a Bíblia aos movimentos culturais seculares, por isso, rejeitou uma leitura literal da Bíblia e adotou como hermenêutica, a interpretação alegórica da Bíblia], deu a metodologia ideal para se torcer textos literais da Bíblia, com a desculpa de contextualização cultural.

- A Filosofia Unissex [que procura deliberadamente acabar com as naturais distinções entre os sexos e promover uma moralidade permissiva e antibíblica] tem exercido pressão e levado muitos a trocar conceitos bíblicos por conveniências culturais.

- O Movimento Feminista [que teve seu berço no meio evangélico em 1848 com a convenção de mulheres na capela da igreja Wesleiana Metodista em Seneca Falls, New York, nos EUA.] tem feito uma releitura dos textos bíblicos que falam dos papeis das mulheres e dos homens na igreja, a partir de uma hermenêutica alegórica e de uma perspectiva cultural acomodada ao humanismo que despreza o aspecto literal do texto.

 II – DOUTRINA DA POSIÇÃO DA MULHER NA BÍBLIA

 A) ANTES DA QUEDA,   ANTES DAS CULTURAS, PREFERÊNCIAS, TRADIÇÕES E DESVIOS HUMANOS.

        Por isso que, afirmar que a submissão feminina e impossibilidade da mulher ser pastora é questão cultural revela ignorância ou perversão da sã doutrina claramente revelada na Bíblia.

        Argumentos bíblicos imbatíveis quanto à prioridade masculina na liderança exclusiva do lar e da igreja. Todos os argumentos citados abaixo e usados por Paulo, nada têm a ver com cultura, tradições eclesiásticas ou preferências humanas. Todos são argumentos teológicos indiscutivelmente bíblicos que nada têm haver com cultura.

 1) Prioridade do Homem na ordem de Criação que o coloca na Prioridade de Liderança.

        O próprio Deus argumenta e diz que criou o homem primeiro para que ele fosse a cabeça. Portanto, a liderança masculina sobre a mulher é estabelecida mesmo antes da queda no pecado, de modo que, mesmo se a queda não tivesse acontecido, os homens seriam cabeça da mulher. Assim, como entre os anjos que não caíram, Deus colocou os querubins como líderes dos mesmos.

- I Tm 1:11-13 – “A mulher aprenda em silêncio, com toda a submissão. E não permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade de homem; esteja, porém, em silêncio. PORQUE, primeiro, foi formado Adão, depois, Eva”.

2) Prioridade do Homem no princípio de derivação – o homem é um ser primário a mulher foi derivada ou feita do homem – É o próprio apóstolo Paulo que usa esse argumento em nada cultural, mas em tudo teológico. “Porque o homem não foi feito da mulher, e sim a mulher, do homem”. (1 Co 11:8).

3) Prioridade do Homem na função de criação, onde a mulher foi criada por causa do homem e não o homem criado por causa da mulher. Novamente, mesmo antes da queda, sem nenhum influência cultural, conforme Paulo interpreta, a liderança é masculina, Porque também o homem não foi criado por causa da mulher, e sim a mulher, por causa do homem”. (I Co 11:9).

        B) DEPOIS DA QUEDA AS CULTURAS, TRADIÇÕES ECLESIÁSTICAS, PREFERÊNCIAS E DESVIOS HUMANOS DEPOIS DA QUEDA NÃO CRIARAM A SUBMISSÃO FEMININA. A SUBMISSÃO FEMININA ESTABELECIDA ANTES DA QUEDA E DAS CULTURAS, APENAS SE TORNOU EXTREMAMENTE CONFLITUOSA, POIS SE A MULHER NÃO TIVESSE CAÍDO IRIA SE SUBMETER ALEGREMENTE AO HOMEM,V  PORÉM, A MULHER CAÍDA, EMBORA ORDENADA A SUJEITAR-SE. FAZ TUDO PARA REBELAR-SE E ASSUMIR O DOMÍNIO SOBRE O HOMEM.

        Continuação dos Argumentos bíblicos imbatíveis quanto a prioridade masculina na liderança exclusiva do lar e da igreja.

4) Prioridade do homem em não ter se deixado enganar pela serpente. Esse texto mostra que quando a mulher (EVA) decidiu agir independentemente da liderança masculina (de ADÃO) se tornou uma presa fácil de Satanás, se deixando iludir e enganar.

- 1 Tm 2:14 E Adão não foi iludido, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão”. - Neste ponto será interessante ouvir o Dr. John MacArthur Jr. sobre o conflito entre homens e mulheres que passou a haver depois da queda.

O pensamento atual da nossa sociedade acerca do papel da mulher é o contrário das prioridades reveladas na Bíblia. Gênesis 3 explica por que esse conflito existe. Depois da Queda, Deus disse a mulher, "o teu desejo será para o teu marido, e ele te governará”. Gênesis 4:7 nos ajudas a entender o que esse verso significa. Nele Deus disse a Caim, "eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo”. Exatamente a mesma frase é usada em ambas as passagens. Assim como, da mesma maneira que o pecado tenta nos dominar a todos, o desejo das mulheres caídas é dominar seus maridos, e os homens caídos tendem a oprimi-las do mesmo modo que o pecado oprime o pecador. O equilíbrio pretendido, claro, só é alcançado quando homens e mulheres lideram e se submetem conforme o padrão bíblico.  (Ef 5:22-33)”. (John MacArthur Jr.).

        C) DEPOIS DA REDENÇÃO  AS CULTURAS, TRADIÇÕES ECLESIÁSTICAS, PREFERÊNCIAS E DESVIOS HUMANOS DEPOIS DA QUEDA NÃO CRIARAM A SUBMISSÃO FEMININA. FOI O PRÓPRIO PAULO, O APÓSTOLO DA GRAÇA, PORTANTO DA REDENÇÃO, QUE USOU OS TRÊS ARGUMENTO ACIMA, QUE ULTRAPASSAM TODAS AS CULTURAS, TRADIÇÕES ECLESIÁSTICAS E PREFERÊNCIAS MACHISTAS OU FEMINISTAS DA HUMANIDADE E VOLTA ATÉ O PROPÓSITO ORIGINAL DA CRIAÇÃO, QUE ERA QUE O HOMEM FOSSE O CABEÇA DA MULHER NÃO SOMENTE NO LAR MAS TAMBÉM NA IGREJA. 

        VEJA NO PONTO SEGUINTE, O LUGAR DA MULHER NA REDENÇÃO E NA IGREJA: III – DOUTRINA DA POSIÇÃO DA MULHER NA IGREJA AS MULHERES SÃO PROIBIDAS ASSUMIREM POSIÇÃO DE LIDERANÇA E ENSINO SOBRE OS HOMENS NA IGREJA – Por isso, não podem ser pastoras, nem pregar do púlpito para toda a igreja.

        O PRECIOSO MINISTÉRIO DA MULHER É DETERMINADO POR DEUS COMO SENDO COM A PARCELA FEMININA DA IGREJA (Tt 2:3-5) e com as crianças  (Lóide e Eunice - I Tm 1:5).

        NO MUNDO EVANGÉLICO, no mesmo plano do homem, goza de dignidade e o privilégio de uma Bíblia aberta, uma igreja franca, igualdade de culto e valor diante do Senhor Jesus Cristo, em quem não há macho nem fêmea, mas todos são iguais. A única distinção é de posição na área de liderança no lar e na igreja, mas isto em nada a faz inferior ao homem, pois é sua auxiliadora idônea sem a qual o homem não poderia vir ao mundo, pois nasce de mulher e é cuidado em sua infância e juventude por ela. Na igreja, o serviço prestado pelas senhoras a crianças, moças e outras senhoras é praticamente insubstituível. Embora diferente na posição, o ministério da mulher na igreja é tão importante quanto o do homem.

        O MOVIMENTO FEMINISTA TEM ENTRADO DENTRO DAS IGREJAS EVANGÉLICAS TEM FORÇADA AS FIGURAS DAS PASTORAS – PORÉM, SEM NENHUM RESPALDO BÍBLICO.

        III – DESCULPAS HUMANISTAS (NÃO BÍBLICAS) NA DEFESA DO OFICIALATO FEMINISTA: PASTORAS.

        Quem são as Mulheres Pastoras? – São filhas legítimas do triângulo amoroso entre Liberalismo

teológico, feminismo e filosofia unissex.  Desfazendo falácias - Aqueles argumentos inverídicos que apresentam os que vêem na ordenação de mulheres ao pastorado é um sério desvio da sã doutrina como:

 

        1. Dizem que os pastores contrários a pastoras não têm base bíblica e que a questão é meramente cultural. A acusação da falta de biblicidade é fartamente respondida acima. Quanto a questão cultura, embora, tenhamos mostrado acima que a questão não é cultural, neste ponto citaremos um mestre e doutor em teologia que não pode ser acusado de não conhecer todos os lados da questão. Leia abaixo o que diz o Pr. John MacArthur sobre o assunto:

        “Nós não acreditamos que existe um lugar para pastoras na igreja. Quando o apóstolo Paulo disse: "E não permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade de homem". (1 Tm 2:12), ele não  fez essa declaração como um argumento cultural.

        Baseamos isso no fato de que Paulo volta a criação para mostrar que a aquelas mulheres não foram criadas para dominar os homens (1 Tm 2:13-14). As razões que ele deu são que a mulher foi criada depois do homem, e que ela foi enganada quando agiu independentemente de sua liderança”. “Paulo continua a dizer em 1 Tm 2:15 o seguinte:

        “Todavia, será preservada através de sua missão de mãe, se ela permanecer em fé, e amor, e santificação, com bom senso”. Esse verso não está falando sobre destino eterno das mulheres, mas significa que elas são salvas de ser cidadãos de segunda classe através do privilégio de criar filhos. Deus planejou uma a mulher para cumprir um papel na casa que nenhum homem poderia” (Pv 31:10-31; Tt 2:4-5).

        2. "São machistas" - terminologia indevida inventada pelos anti-bíblicos movimentos feminista e unissex para representar homens que fazem violência às mulheres, porém, o nome é impróprio, pois, machismo, significa algo próprio dos machos ou relativo aos seres humanos do sexo masculino, e nisso não há nada de errado. Homens de mau caráter devem ser chamados de cruéis e injustos e não de machistas.

        Por conta desta distorção conceptual, muitos homem estão se efeminando, como medo até de serem identificados com as coisas próprias dos machos.

        3. Não permitem a mulher ser pastora, por acreditarem que a mulher é inferior ao homem. Esta é uma acusação injusta e sem nenhum fundo de verdade. O pastorado é uma vocação e ao mesmo tempo um ofício que deve ser e é claramente distinguindo na Bíblia da questão do valor real do ser humano, seja ele homem ou mulher.

 - Não fazer distinção entre posição e personalidade é cometer um terrível equívoco. Por exemplo, Cristo, Deus Filho se submete ao Pai e essa subordinação não implica em inferiorização ou desvalor. Ainda, um homem que tem a posição de pastor não é necessariamente melhor ou de maior valor como pessoa do que outro homem ou mulher que não tenham o ofício pastoral. A Bíblia esclarece : ".. não pode haver... homem ou mulher...em Cristo Jesus", "[ambos] ...herdeiros da mesma graça de Vida..." (Gl 3:28; I Pe 3:7). De modo que "em Cristo" o valor pessoal de alguém não depende do ofício, posição ou vocação que exerce. Mulher que se sente rebaixada como pessoa porque "não lhe permitem" ser pastora, tem um complexo de inferioridade descabido e antibíblico.

        4. Que na doutrina do sacerdócio de todos os crentes está contido o direito de qualquer crente, seja homem ou mulher exercerem o pastorado. O que está biblicamente contido na doutrina do sacerdócio do verdadeiro crente é o direito dele entrar e sair da presença de Deus, sem a necessidade de intermediários humanos. Porém, daí deduzir que qualquer crente pode receber o chamado para ser pastor, inclusive mulher é ir além do que a Bíblia ensina e permite. [a palavra mulher aqui é frisada não com discriminação, como se a clara restrição Bíblica ao pastorado feminino a fizesse inferior ao homem, mas porque Deus tem um outro plano para o ministério das mulheres, isto visto, na Bíblia nas claras omissões de Deus convocar mulheres para liderança sobre os homens, e das inequívocas restrições que faz a possibilidade de uma mulher ser pastora, não só em não mencionar um só caso se quer de mulher pastora, como através de mandamentos explícitos, tais, como, "não permito que a mulher ensine nem que exerça autoridade de Homem" - I Tm 2:11-14].

- A maneira como Deus organizou a cadeia de liderança entre anjos e homens não é baseada no valor pessoal intrínseco de nenhum dos contemplados com esta ou aquela vocação, nem no privilégio sacerdotal do advento da nova aliança, de se poder entrar na sua presença em livre intercessão, ou seja, Deus decidiu soberanamente e por pura graça quem seriam querubim e quem seria apenas anjo, quem seria o cabeça do lar e quem se submeteria ao cabeça deste lar, quem lideraria a igreja e quem se submeteria (I Co 11:3-9; 14:34-35).

        De modo, que o fator liderança-submissão e escolha de um dos sexos para vocações específicas, do ponto de vista Divino em nada depende do valor pessoal intrínseco e nada tem a ver diretamente com o sacerdócio do crente sob a nova aliança, mas dependente do escolher soberano de Deus.

- Resumindo, um dos requisitos para ser pastor é fazer parte do sacerdócio real [ser crente], todavia, não basta isto, o candidato deve estar na categoria que Deus escolheu para o pastorado ou liderança da sua igreja na terra. Que, embora a Bíblia não diga nada diretamente a favor do pastorado feminino, também não diz nada contra.

- As "feministas cristãs", que lutam pelo pastorado, acham que têm esse direito, baseadas neste argumento do silêncio , ou seja,. Adotar este argumento é agir de modo preconceituoso e arbitrário, rejeitando por interesses pessoais antibíblicos outro argumento que embora também seja baseado também no silêncio, é muitíssimo mais forte que o anterior. É muito indicativo de que o pastorado feminino não é o plano de Deus para as mulheres, o fato de que a Bíblia não registra nenhum caso de mulher em função de liderança eclesiástica sobre homens, tais como, matriarcas das 12 tribos de Israel [Jacó tinha uma filha e doze filhos, Deus escolheu somente os doze filhos, e se isso é machismo, e as feministas o vêem como uma injustiça, terão de explicar esta deficiência de Deus ], apostolas [Cristo tinha muitas discípulas entre as mulheres tão fiéis e valorosas quanto, e digo até mais que, os discípulos homens, porém, Ele escolheu apenas homens para serem os lideres da novel igreja cristã, e o motivo não foi questões culturais, pois Ele quebrou muitas e mais sérias questões culturais e religiosas de sua época ] e pastoras [Paulo tinha mulheres de valor igual ou muito maior do que os homens que trabalhavam com ele, todavia, não vemos nem Paulo, nenhum outro apostolo, igreja do Novo Testamento, ou mesmo por ação direta do Espírito Santo falando a igreja como no caso de Paulo e Barnabé, estabelecendo ou mesmo reconhecendo mulheres na função pastoral]. Muito pelo contrário, vemos que todas as instruções para o pastorado são dirigidas a homens, por exemplo:

        Que o bispo [e não bispa ou pastora] deve ser "esposo de uma só mulher", "que governe bem a sua própria casa", que em caso de problemas "chame os presbíteros da igreja" etc." (I Tm 32,4; Tg 5:14).

- Percebe-se, por está breve introdução, que mulher no pastorado não é uma questão cultural ou de discriminação "machista",  as é algo que claramente fere a sã doutrina, e a vontade de Deus revelada na Bíblia.

- Deve-se perguntar então: porque, há um movimento de força crescente em prol da ordenação de mulheres ao pastorado?

        [somente homens] É responsável principal pelo rebanho de Deus Ensinos Bíblicos Textos N.T. Grego

        [EPÍSKOPOS]=Bispo (Superintendente,   Supervisor, Gerente),  [PRESBÚTEROS]=Presbítero (Ancião), [POIMÉN]=Pastor. • Os quatro nomes “Designam o mesmo ofício”. (Strong) At 20:17,  28; Fp.1:1; I Tm 3:1,8; Tt 1:5,7; I Pe.5:1,2. Funções Gerais derivadas dos nomes: Que os dons de governar (Bispo = Superintender, supervisor, gerente),   aconselhar (Presbítero =    conselheiro), ensinar (Pastor = Mestre, guia).    Pertencem ao mesmo indivíduo,  ora chamado  “bispo”, ora “presbítero”, e ora “pastor”. Um bom  pastor como líder-servo deve ser o  modelo do seu rebanho em humildade, mansidão, fidilidade, abnegação,  amor, santidade e justiça. Sabe um dia prestará contas da alma de cada uma de suas ovelhas. I Tm. 5:17;  At. 20:28-31; Ef. 4:11; Hb. 13:7; I Tm. 3:2.

        Funções Especificas:

        1. Mestre espiritual, em público e em particular. É o responsável pelo púlpito da igreja.

        2. Administrador das Ordenanças.

        3. Superintendente da disciplina;

        4. Supervisor da igreja e Presidente oficial das reuniões administrativas da igreja. É um líderservo, vive para servir, para ser bênção, para santificar o povo.  (At. 20:20, 21,35; Hb.13:7, 17); Mt. 28:19, 20; I Co 1:16,17; I Tm.3:5; 5:17; I Co 12:28; I Pe 5,2,3 [somente homens].

        Ensinos Bíblicos Textos N.T. Grego. [DIÁKONOS]=Diácono (servo, ajudador).

• A palavra tinha o sentido comum: “qualquer pessoa que serve” e posteriormente na igreja, ganhou mais um sentido técnico distintivo, como um oficial da igreja. Atos 6:1-6; .I Tim 3:8-13.

O diácono é ajudador do pastor e da igreja, nas coisas espirituais e temporais”. (Strong).

        Funções Gerais derivadas do nome:

Sentido de “diakoons”

- Comum = “Servo” – (Mt.20: 26).

- Técnico = “O 2o oficial da igrejá designado para os serviços temporais ” (I Tm 3:8).

        Dever Geral: “Servir as mesas”.

        A mesa do Senhor – Na Ceia.

        A mesa do Pastor – Salários, (Zela pelas necessidades do pastor) etc...

        A mesa dos Pobres – Zela necessidades dos irmãos.

- Um bom diácono é um elo saudável entre o pastor e as ovelhas.

        Conforme At. 6:1-6.

- Cuida das coisas temporais, para que o pastor tenha todo o tempo necessário para orar e se preparar para a pregação da Palavra.

- Procura sempre ajudar na solução dos problemas da igreja.

Funções Especificas:

        1. Aliviar o pastor dos trabalhos externos, informando-o das condições e necessidades da igreja, e formando uma firme união entre o pastor e o povo (Strong).

        2. Ajudar a igreja, para aliviar os pobres e doentes, e ministrar de um modo informal as necessidades espirituais da igreja, executando certos serviços externos ligados com o serviço do templo”. (Strong) . At.6:1-6; Rm.12: 7; I Cor. 12:28; Fp. 1:1;  At. 16:1-6; I Tm.3:8-10.

- Um bom diácono se caracteriza pelo seu bom relacionamento com o pastor e com o rebanho de Deus; Um mau diácono busca primazia.

 

Fonte: Pr. José Laérton. - Igreja Batista Regular (Fortaleza - CE).


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